domingo, 20 de março de 2011

Fora de órbita


Um conta-gotas no lugar do coração,
Onde no lugar do bombear,
Havia um ampulheta,
Contando o tempo que parou,
No instante que te vi.

Uma sensação estranha,
Borboletas no estômago,
Timidez, ansiedade e surpresa,
Mas só bastava um sorriso,
Para o mundo voltar a girar.

A ciência não entende nada de tempo e espaço.
E você só percebe isso,
Quando alguém o tira de órbita.

6 comentários:

Drih ☥ disse...

"muito linda essa poesia, Gui! Parabéns...

Thiago Quintella de Mattos disse...

A ciência quer se meter muito nas emoções e só dá errada! :) Bom Poema Guilherme!

♥ Evelin Pinheiro ♥ disse...

Lindas palavras.... de sua autoria mesmo??

BeijO*-*
http://evesimplesassim.blogspot.com/

Noite em Claro disse...

Quantas pessoas já me deixaram "fora de órbita"...

gostei do blog, parabéns.

www.temalgumacoisaerrada.blogspot.com

Eliane Accioly disse...

Adorei a reflexão-poema, e vou curtir os pensadores do século XXI, você, certamente, um deles.
Convido voc^´e a conhecer meus blogues!

J. Sampaio disse...

Uauuuuu, que lindooo. Fazes mágica, de verdade, com as palavras.