segunda-feira, 25 de abril de 2016

O lado errado do microscópio


O lado errado do microscópio

É você enxergar o contrário. 
Você não tem todos os problemas do mundo.
Desespero só trás mais desespero.
Acalme-se.

Você tem objetivos em sua vida? Ótimo.
Agora precisamos de uma estratégia. 
Trace pequenos passos.
Estes te levarão pelo longo caminho.
Até a linha de chegada.
E você precisa saber que chegou lá.

Você elaborou seu plano? 
Agora temos que alinhar as velas.
As velas do pensamento.
"O mesmo vento sopra para todos. O vento da prosperidade e o vento do desafio,
O que muda é a posição das velas".
Você está colocando seu barco na direção certa?
Alinhe as velas com seus objetivos,
E deixe que o vento faça a parte dele.
Você não tem que nadar contra a maré.
Alinhe as velas, e relaxe. 
E fique feliz, pois você está no caminho certo.

Quando você tem um objetivo e estratégia.
Quando você esta alinhado com seus sonhos.
A sorte se desenrola em sua frente.
Muitas vezes você não irá entender como,
E tudo irá acontecer como mágica.

Atraia mais felicidade para sua vida.
Como?
Ouça a música que você mais gosta.
Está se sentindo a pessoa mais feliz do mundo?
Você dominou sua vida.

terça-feira, 5 de abril de 2016

E lá vamos nós!



Olá pessoal que me acompanha no blog.
Fiquei muito tempo sem escrever, mas agora voltei.
Gosto dessa experiência.
Acredito que a escrita é a forma mais simples e eficaz de alcançar muitas pessoas.
Acho importante passar minha visão de mundo.
Não por ser eu, mas acredito que todas as pessoas deveriam fazer isso.
Cada um pensa de modo diferente, e esse debate causa o desconforto, que causa o amadurecimento, e você acaba evoluindo.

Desculpa no momento as palavras não se encaixam.
Apenas abri a página e comecei a escrever.
Sem roteiro e sem nada pra dizer.
Apenas, EU VOLTEI!

Pretendo falar sobre minha vida pessoal, como sempre fiz nesse blog.
Através de poesias, artigos, e agora contos e um pouco de biografia.
Vou falar sobre tudo que venho aprendendo.
Desenvolvimento pessoal, PNL, metas e sonhos.
Descobri um novo mundo muito interessante e desafiador.
E quero compartilhar com vocês.
Alguém aí também gosta de desafiar seus conceitos?

Agora vou escrever toda semana.
Assuntos interessantes para o nosso desenvolvimento.
Esse ano está só começando.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Você é feliz com seu trabalho?


Tem muita gente equivocada sobre a conexão profissão-felicidade.
Profissão é o trabalho que escolheu para tornar digna sua passagem por essa vida. É simplesmente uma ocupação.
Felicidade é um estado de espírito. É quando a alegria toma conta. Importante questionar: você vive alegre? Não, pois você passa por momentos de alegria e tristeza, e isso é a vida. Logo podemos dizer que você não é obrigado a ser feliz. A felicidade não "é" e sim "está". Compreende a diferença? A felicidade são instantes de alegria. Pois, se não houvesse momentos de tristeza para contrapor, como saberia estar em um momento feliz?
Conexão profissão-felicidade é quando o trabalho que escolheu te da alegria, te traz felicidade. Isso é excelente, e é o que devemos buscar, mas não a nada que o impeça de não gostar de seu trabalho.
A maioria das pessoas prefere se sentir estável em um trabalho que não gosta, por um pouca quantia de dinheiro que lhe garantia a sobrevivência até o fim do mês, do que fazer algo que lhe trará felicidade. Isso principalmente no Brasil. E principalmente nos momentos de crise financeira.
A pessoa é ainda mais julgada quando escolhe fazer um curso de ensino superior, e após quatro ou cinco anos de estudo, a pessoa vai para outra área, completamente diferente do curso que escolheu, e as perguntas surgem: - Mas porque está fazendo isso, você não se formou em outra coisa? Mas porque está estudando Educação Física, você não se formou em Contabilidade?
A questão simplesmente é "faça o que te faz feliz". Cursos são só um modo aprendizado. Você poderia ter estudado qualquer coisa, seja por aula presencial ou ensino a distancia, seja por dois, quatro, cinco ou dez anos. O curso não forma e não garante sua felicidade, e também a realização dos seus sonhos.
Se você acabou a faculdade e deseja continuar na área, ótimo, vá em frente, é isso que lhe trará felicidade. Mas, se não desejar trabalhar com isso, perfeito, escolha o que lhe te fará feliz, e ignore o que vão falar e pensar.
Ninguém sabe o que você sabe. Ninguém enxerga o que você vê. Seus sonhos são seus, e só você está enxergando eles realizados. As pessoas só irão acreditar em você quando você materializar seus sonhos para elas, e aí sim, dirão que você é gênio. Mas até lá, acredita em você, e sonhe alto.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

O escritor que não escrevia


As ideias vinham a mente a todo momento, mas ele não tinha tempo para anotações. A vida era muito corrida, mas ao mesmo tempo muito monótona. "Como alguém consegue viver assim?!", ele se perguntava. E no outro dia fazia tudo sempre igual. No caminho para o trabalho, no lanche, sonhando acordado, ou a todo e qualquer momento, ele tinha "estalos", como se a ideia fosse soprada em seus ouvidos, algo como fluxo de pensamento um ser invisível. Isso ninguém nunca irá saber. A energia é oscilante dentro e fora. A cada segundo ele desistia e voltava, como num age e reage a cada passo, a cada inspiração - no sentido literal da palavra. Nada faz sentido, afinal de contas. Se fizesse sentido, porque um texto seria escrito de forma tão desordenada, alguns pontos e virgulas aqui e ali, somente para um dar um respiro ao leitor. Você dorme e acorda, corre e corre, continua sempre no mesmo lugar. Será? Vivemos em um mundo de loucos? Talvez, conversar com um papel não é lá tão inteligente assim. Falar bonito não é necessário, o importante é passar a mensagem. "Vamos escrever nossas ideias!", a voz gritava. Nossas ideias? Mas não estou somente eu aqui? Cada maluco que me aparece. Ora, se estou somente eu aqui, quem seria o leitor? Seria eu leitor de meu próprio texto. Como espectador de minha própria vida. Se não perceberam, é uma pergunta retórica, e se não perceberam, não faço a mínima diferença entre senão junto ou separado. Somente sentia falta de falar. Falta de dizer a mim mesmo o que me fazia falta. Eu gosto de escrever. Sobre como eu vejo o mundo. Otimista ou não, é o mundo que está aí para se analisar antes de mexer as peças. Comecei o jogo dizendo que era um escritor em terceiro pessoa, e entreguei os pontos depois de oito virgulas ou mais. Tanto faz. Não vou editar. Não vou ler de novo. Vai ao ar da forma como digitei. Acho que nunca fiz isso. Sou perfeccionista. Corrijo e recorrijo três vezes. Dessa vez não. Expressão não o é quando lapidada. Expressão é emoção por si só, longe de qualquer razão. O escritor continua a escrever quando mesmo já cansou de ser leitor. E é hora de parar. Descer para o mundo real, e voltar ao jogo da vida. Amanhã é o mesmo dia, ou não. Hoje foi diferente. E quem era o escritor que não escrevia?

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Voltando para o blog

Fala galera, tudo certo?
Eu fiquei um bom tempo sem postar aqui. No começo era por falta de tempo mesmo, mas depois foi dando uma desanimada, e acabei por ficar 7 meses sem postar. E agora que minha vida tá mais tranquila, vou conseguir dar mais atenção pro blog, e voltar a aparecer por aqui.
Pra não ficar um post vazio, vou contar pra vocês um pouco do que aconteceu nesses últimos meses.


Finalmente terminei meu curso de Direito. Mesmo com as aulas “bem animadas” de Direito Ambiental e Previdenciário – só que passou por isso sabe – o curso chegou ao fim. E como dizem, fechei com “chave de ouro”, TCC nota 10. Tenho muito orgulho dessa conquista. Com isso aprendi que DEDICAÇÂO é muito mais que tempo e dinheiro. Não me contentaria com uma nota menor que essa, e sabia que brigar com os professores não iria resolver. Então, antes de tudo, me propus a fazer um bom trabalho. Pra quem gostar de Direito Processual Penal, o tema é “A Inadmissibilidade da Prova Ilícita no Processo Penal”. Em síntese, trata de quando se pode ou não utilizar uma prova “proibida”, no processo. Não vou dar spoiler. Se ficou interessado, me manda o email nos comentários que eu envio. – Só cuidado com o plágio. Vi amigos de classe rodando nisso aí.
A colação de grau ainda vai acontecer. No próximo dia 25/02, em Cambé. Não convido vocês porque o pessoal que organiza ainda não falou quantas pessoas cada aluno pode levar, mas assim que souber eu venho aqui e falo.

No último mês de Novembro também encerrei meu estágio na Delegacia de Polícia Civil de Cambé. Aprendi muito nos 2 anos em que trabalhei lá. Quando entrei não sabia a diferença da Policia Civil para a Militar.  E eu que sempre gostei da área penal, foi realmente uma oportunidade ímpar. Sempre vou agradecer ao Del. Jorge Barbosa, por presentear a mim - e a tantos amigos estagiários que fiz lá - com a oportunidade de aprender o mundo policial na pratica. E lá também me diverti muito. Tenho muita história pra contar. Sobretudo meus amigos Bruno, Alilia, Amanda e Danilo, que passei a maior parte do tempo. Muitas risadas na hora do café rsrsrs.

"Te amo muito, vida s2"

Dia 05 de Fevereiro agora, eu e a Hellen completamos três anos de namoro. Três anos com a mulher mais incrível e perfeita do mundo. Cada dia que passamos juntos percebo que estou mais apaixonado, e que meu amor por ela só cresce. Te amo, amor s2.

Para esse ano ainda não decidi o que vou fazer: se começo uma pós-graduação; se pego firme nos estudos para concursos públicos. Mas uma coisa é certa, não posso parar. Mesmo porque eu não consigo. Esses dois meses sem Delegacia e Faculdade quase me deixaram louco rsrsrs. Ah e ainda tem um livro que vou voltar a escrever. Eu dei uma parada com ele, por causa do TCC, mas agora vou voltar. Os dois primeiros capítulos já estão aqui no blog:



Por enquanto é isso galera. Prometo que vou tentar postar aqui no blog com mais frequência. Voltar com os textos sobre filosofia, religião, estudos sociais. Vamos voltar com o blog de sempre, e ainda melhor.

Obrigado por ler até aqui. E já aproveita e curte a página do blog no Facebook:

Valeu galera. Abraço. Até mais.




segunda-feira, 21 de julho de 2014

Gratidão



Tenho lido muito sobre a gratidão, e sinceramente nunca havia parado para pensar se ela realmente é importante. Estamos sempre em busca de respostas. Uns a encontram na religião, outros na ciência, e outros ainda na filosofia, mas eu tenho um certo problema de não conseguir acreditar piamente e seguir a risca os manuais para a felicidade. Milhões de pessoas dizem: "Faça isso mesmo, deu certo para mim, e dará certo para você!" Mas para mim as vezes essas frases não passam de máximas tentando me fazer ser mais otimista quanto a vida, mas não deixam de ser frases vazias, sem uma base sólida para reforçá-la. Por diversas vezes, o meu ceticismo fala mais alto que a minha fé.
Todavia, o que acontece com a gratidão é diferente, e direi porque. A maioria dos mandamentos do estilo "pense positivo" ou "espere o que deseja" se fundamenta no futuro, e o medo da frustração nos faz questionar o método antes mesmo de tentar. Já gratidão, baseia-se no presente, no agora. As leis da gratidão pedem simplesmente para ser grato pelo que tem no presente, seja material ou espiritual. "Se você acredita que não tem pelo que agradecer, agradeça por estar vivo" - li certa vez. O objetivo desta técnica é tirar o foco do desânimo das coisas que você não tem, como a casa ou o carro que gostaria de ter e ainda não conseguiu, e focar naquilo que já tem, e ser grato por isso. É possível ser grato por sua saúde, sua família, seu trabalho, ou até mesmo bens materiais, por mais simples que sejam.
Acontece, que as vezes desanimo, e penso que a vida é injusta, e neste momento vou ter que contar um pouco do que se passa em minha vida a vocês. Bom, vamos lá.
Estou no último semestre do curso de Direito. No próximo Novembro encerra meu contrato de estágio, onde hoje trabalho na Delegacia de Policia da minha cidade. Neste estágio recebo com bolsa - auxilio a quantia de R$ 655,00. Não tenho porque reclamar, pois a maioria das empresas paga aproximadamente R$ 400,00. É empresários, valorizem seus estagiários.
A questão é que estudo em uma instituição privada, cuja mensalidade está, e ficará até final do ano a R$ 480,00. Ou seja, sobra pouco mais de R$ 150,00 para combustível, livros, alimentação, enfim, porque pode não parecer, mas estagiário também tem vida, rs. E tenho muito a agradecer a minha namorada, que já agüentou vários finais de semana de cinema em casa, para juntar nossas economias. Hellen, amor, te amo <3 p="">
Aí você me pergunta:
- Ué Guilherme, então porque não sai do estágio e arruma um trabalho que receba mais?
Então te respondo: A essa altura do campeonato?! Já fui informado que esse semestre teremos dez disciplinas, fora o TCC, e querendo ou não, na Delegacia trabalho seis horas por dia, e assim um ganho certo tempo, pois que em uma empresa privada provavelmente trabalharia oito horas por dia. Nesse meu tempo livre, tento responder questões de concurso, trabalhos da faculdade, academia e tudo mais. Então não vejo vantagem em sair do estágio faltando quatro meses para o fim do estágio, e cinco para o fim da faculdade.
Logo, preciso de idéias para ganhar dinheiro. Me ajudem aí!
Mas voltando ao assunto - sim, isto é um diálogo - fico desanimado porque vejo muita gente fazendo coisa errada, digo, desonesta, e vive com uma tranqüilidade, e tudo dando certo, enfim, que corrupção, no sentido literal da palavra, sempre existiu e sempre vai existir.
Acredito que minha sorte foi desde cedo apreender o valor das coisas, e neste momento, trato de coisas materiais mesmo. Apreendi quando recebi meu primeiro salário - que foi R$ 100,00 - que somente poderia gastar até ali, não mais que aquilo. E assim faço até hoje. Aí você me pergunta de novo: Ué Gui, mas isso não é o mínimo do controle financeiro?! Para mim é sim, mas cada dia que passa aumenta o numero de pessoas com nome dos cadastros de devedores, e isso vejo de perto, com familiares e amigos. Em síntese, posso dizer com toda certeza, a corrupção é a falta de caráter. Você pode ser rico ou pobre, feio ou bonito, gordo ou magro, caráter é dever moral, com os outros e com você mesmo, e desde pequeno apreendi ótimos valores, e o maior deles, ser honesto.
E em meio a livros de Prova Ilícita no Processo Penal - meu tema no TCC - leio sempre sobre filosofias e modos de ver a vida, e a questão da gratidão me chamou atenção, e decidi escrever este texto. Será que realmente funciona?
Diferentes dos outros textos deste blog, gostaria realmente de um diálogo. Gostaria de saber sua opinião sobre "gratidão". Já teve alguma experiência com isso? O que sabe sobre ela? Me conta aí.
Agora, se você se emocionou com a minha história, e quiser me ajudar, estou aceitando doações (é sério), e dicas de para trabalhos que possa fazer em casa, nas horas vagas. Entrem em contato comigo pelo email guilhermeddutra@hotmail.com, e já adiantando, tenho curso de Web Design e redação comercial (óia!). E na equipe também temos advogados, contadores e profissionais em relações públicas. Ou seja, ótimo negócio!
Obrigado por terem lido até aqui. E quem mora em Cambé-PR e região, participe da nossa "Campanha do Agasalho" deste ano, para ajudar as vitimas da enchentes no nosso Paraná. Mais informações peço que entrem em contato pelo email também.

Abraço, e até mais.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Amigos

Achei no fundo de uma gaveta essa camiseta velha, amassada e cheia de furos. Esta, faz-me lembrar do dia em que ganhei, 07/06/2009. Melhor presente de aniversário que poderia imaginar, meus amigos fizeram uma camiseta com a letra de uma música que escrevi - que até hoje não fez sucesso algum, rs. 

E esses amigos estão comigo até hoje.
Somente gostaria de agradecer. Obrigado Hell, Kevin, Jão, Juh e Bruno.
Sei que irão reclamar "Ó o Gui sem noção postando as fotos das antigas". Mas é isso aí galera.



Obs¹: E já prevejo as piadinhas: - No próximo aniversário te dou um ferro de passar roupas.
Obs²: Não vou postar as fotos do bolo do Rebelde (que fico top!). Se quizer ver procura lá no Orkut. Abraço.






segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O Vilarejo da Neblina - Episódio 02


Era um dia comum, Padre Augusto caminhava pela Igreja quando duas pessoas abriram a porta com muita força e rapidez, fazendo um enorme barulho. Eram Roberto e Joana, que entraram correndo pela Igreja, e foram diretamente para o nono banco, contando a partir da porta. Ao arrastarem o banco, encontram debaixo do mesmo um papel, que ao abrir notaram ser outra carta do possível sequestrador. E era a mesma grafia, onde dizia: “Muito bom senhores. Se chegaram até aqui estão de parabéns. Estou animado com esse jogo, fazia tempo que não me sentia tão bem. Sophia esta bem também, esta adorando os cereais, e as histórias que lhe conto. Uma delas eu gosto muito, chama-se "A Odisséia", conta a estória de um herói da Guerra de Troia, escrito por volta do séc. VIII A.C. Na contra capa do livro encontrão o que procuram. Boa sorte.

- Este cara está brincando com agente, não é possível. - esbravejou Roberto, esmurrando um banco da Igreja.

- Temos que ter calma e seguir as pistas. - pensou alto Joana.

Padre Augusto se aproximou devagar:

- Aconteceu algo meus filhos? Estão com os rostos muito pálidos.

- Minha irmã, Padre – respondeu Joana – foi sequestrada, e a pessoa que a levou quer fazer uma espécie de jogo conosco. Não vou aguentar tanta aflição.

- Minha nossa. Realmente é uma situação difícil. Mas vocês tem que manter a calma. Vou orar para que ninguém faça mal a Sophia.

- Agora, onde podemos encontrar esse livro? - Interpelou Roberto.

- Existe uma biblioteca aqui perto. Pode ser que seja lá que o sequestrador quer iremos.

- Isso, vamos para lá.

Assim, Roberto e Joana deixam a Igreja a caminho da biblioteca, levando consigo as orações e vibrações positivas de Padre Augusto.

O livro foi fácil de encontrar, principalmente com a ajuda de Sônia, a mais nova ajudante de bibliotecária no vilarejo. Exatamente como prometido, na contra-capa estava um bilhete: No local onde os vivos visitam os mortos, o primeiro morador do vilarejo, tem algo para lhes dizer. Infelizmente, ele somente falava uma lingua quase morta, somente falada no leste da Ásia,lugares como China e Taiwan. Espero que descubram qual. Boa sorte.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O Vilarejo da Neblina - Episódio 01


E ai galera. Blz? Então, criei uma espécie de um jogo. É uma narrativa, com uma "lembrança" de RPG. Quem quiser jogar, borá lá.
É simples, uma vez por semana vou postar episódios do jogo, uma narrativa, aqui no blog, e vou avisar pelo facebook também, aqui https://www.facebook.com/gui.d.dutra e aqui https://www.facebook.com/blogdoguidutra?ref=hl.
Em resumo, o jogo se trata de um rapto de uma menina, onde um detetive está em sua procura. No fim de cada episódio eu deixo pistas, ou dicas. Então para jogar você deverá ler as pistas e mandar sua resposta para o email vilarejodaneblina@outlook.com (sim, ainda não tenho como bancar essas coisas). Quem responder corretamente, irei responder ao email, contando um pouco mais da estória, coisas que somente quem seguir no blog, não irá saber.
Peço que tenham paciência, pois é minha primeira narrativa, e com o tempo irei melhorar.

Então, resumindo: se souber a resposta pra onde levam as pistas, envie um email para vilarejodaneblina@outlook.com. No email deve conter seu nome, idade, e caso queira, seu perfil no facebook, pois se acertar a resposta, irei parabenizá-lo marcando você na postagem.

Pois bem. Bom jogo a todos:

"O Vilarejo da Neblina - Episódio 01"

Vilarejo Estrada de Ferro. Deram esse nome por uma linha férrea cruzar a cidade ao meio. Tanto que a dividiram: lado leste pertencia aos grandes comerciantes, e o lado oeste aos artesãos e pessoas de pequenas posses. Mesmo com a desigualdade, era um lugar tranqüilo. Em suma, todos se respeitavam. Era um povo feliz.
Entretanto, em uma determinada época do ano, um clima sombrio se apoderava do pequeno vilarejo. Por um período de exato de setenta e dois dias, uma neblina densa baixava em todo vilarejo, exatamente a meia-noite, e somente se esvaia com o nascer do dia. Ninguém entendia o que era aquilo. Chamaram pessoas que se diziam profissionais em clima, mas nenhum deles conseguiu explicar. Por um tempo acreditaram ser um charme do vilarejo, onde recebeu a alcunha de "vilarejo da neblina". Até o dia em que um rapto aconteceu. Uma menina, de aproximadamente oito anos, sumiu. Era uma noite, de neblina espessa como nunca houvera antes. Mas ao contrario dos dias comuns, pela manhã, a menina, de nome Sophia Rocha, não estava mais em seu quarto. O estranho, que não tinha nada fora do lugar, nenhum sinal de arrombamento das janelas. Ela simplesmente havia sumido. Se Sophia tivesse nascido no lado oeste da Estrada de Ferro, essa estória teria um caminho diferente, mas como era filha de um famoso comerciante de especiarias, o pai, Sr. Julio Rocha, colocou em todos os cantos do vilarejo um cartaz, prometendo grande recompensa para quem encontrasse sua tão adorada filha.
Aproximadamente uma semana se passou, e nenhuma noticia de Sophia. Eis que chega ao vilarejo um senhor, um tanto quanto, estranho. Aparentando seus sessenta e tantos anos, vestido com um sobretudo bastante velho e um chapéu preto, o senhor dirigiu-se para taberna, localizada no lado leste do vilarejo. Na porta da taberna, encontrou o cartaz com o nome e uma fotografia de Sophia. Ao ver um senhor saindo da taberna, perguntou: 
- Meu senhor, onde encontro a residência dos Rocha? 
Ao que o senhor respondeu: 
- Você deve estar atrás da menina que desapareceu. A casa deles fica naquela direção - apontando para o norte - acredito que a alguns metros daqui. Não fica muito longe, e é fácil de encontrar, há uma pequena placa na caixa de correspondências com o sobrenome da família.
E lá seguiu o velho senhor a caminho da residência da menina desaparecida.
Chegando lá, ao bater palmas, uma mulher sai pela porta e vem ao seu encontro:
- O que senhor deseja? Pergunta, ela, com um olhar um tanto assustado.
- Boa tarde senhorita, meu nome é Roberto Guimarães, sou um detetive aposentado, mas sabe nunca perdemos o faro - disse, com um sorriso no canto dos lábios. - Soube do sumiço de uma menina, é nessa residência, não é?
- Sim, é minha irmã - disse a mulher, cabisbaixa - ninguém entende o que pode ter acontecido.
- Será que eu poderia entrar, e dar uma olhada pela casa, e, principalmente, o quarto dela?
- Claro, espero que o senhor possa nos ajudar.
Joana, irmã de Sophia, levou o detetive até a porta do quarto de Sophia, que bem lentamente, abriu a porta do quarto. Estava escuro, pouca luminosidade que entrava pela janela. Guimarães então começou a olhar pelo quarto, mas tudo estava em ordem. Guimarães abriu totalmente a janela do quarto, e no momento em que a luz do sol entrou, Guimarães assustou com o que pode ver. Na parede do quarto estava escrito, com tinta vermelha vibrante, a palavra "espelho". Acreditando ser um jogo do possível "seqüestrador", Guimarães passou a procurar por todos os espelhos do quarto. No terceiro espelho que encontrou, embaixo da cama, havia um pequeno bilhete debaixo dele, em que o mesmo dizia: "Estranho essa neblina todo ano, na mesma época, não é? Acho que não agüentava mais esse clima de mistério, mas que nada nesse lugar acontecia. Por isso decidi que quero me divertir um pouco, para variar. Pois bem, chega de conversa e vamos jogar. É simples,dou alguma pista, e se vocês descobrirem a resposta, encontrará outra pista, e outra pista, que talvez, digo, depende de vocês, poderão encontrar o "tesouro". Pois então, a primeira pista: O que Sophia, uma garota de apenas oito anos, tem mais medo, e para onde vão pessoas que tem medos como esse? Será que precisam acreditar em algo superior? Irão suplicar a quem? 
A próxima pista está debaixo do banco, cujo sua posição encontra-se no resultado da divisão do numero exato de dias que duram nossa fabulosa neblina, pela idade de Sophia. 
Encontrem a próxima pista. Sophia lhes manda vibrações positivas.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

A escolha de acreditar no invisível


De muitas maneiras podemos acreditar no invisível. Como acreditamos em Deus, na sorte, no destino, entre outros. Defino invisível como, não somente o que não se vê, mas algo não presente neste plano, e, portanto, intocável. Acreditar em algo que não se vê, para alguns é fácil, mas para muitos outros é bastante difícil. Quem, em um primeiro momento, deixou de lado suas crenças para procurar uma verdade na ciência, física, ou filosofia, talvez não mais volte a acreditar no que não se pode ver.
Não quero, neste texto, discutir a pura e simples religião. Pretendo colocar o foco na força da fé que algumas pessoas têm em algo invisível, que ela não esta vendo, mas acredita, tem fé que irá tornar-se real.
Recentemente li alguns livros que falam sobre este assunto, mas estes eram voltados a aspectos da vida, realização de sonhos, algo assim. O ponto principal era a força do pensamento. Um desses livros pedia para acreditar que o que eu quero já era meu, em um plano invisível, e que quando acreditasse que recebi o que quero, logo receberia no plano físico. Mas, como acreditar em algo que pela minha vida aprendi que não poderia acontecer? Acreditar, por exemplo, que, como quero receber R$ 1.000,00, e me imagino recebendo o dinheiro, e por um lado fico feliz e esperançoso por isso, mas meu lado racional esta “gritando”: como irei receber por algo que não trabalhei em algum lugar específico para receber, ou que algum conhecido irá simplesmente me entregar R$ 1.000,00? Então, como acreditar em algo, não digo impossível, mas muito improvável de acontecer? A resposta sempre é “tenha fé, confie e acredite”. Agora, como aprender a ter fé? Se alguém aí souber, por favor me ensine.
O ponto é, do jeito que você leva sua vida agora, você acredita que é a vida que imaginou? Esta realmente feliz? Se a resposta for sim, ótimo, continue assim. Agora, se for não, temos que entender que algo não esta está dando certo, e corrigi-lo. Temos que mudar. Mas como? Começamos pelo pensamento, mudar a maneira de pensar. Isso mesmo, novamente voltamos ao “pensamento positivo”, pois é o pensamento é fácil de mudar, dizem. Em outro livro, o autor disse “se não esta satisfeito com sua vida, te convido a seguir meus conselhos, pois se continuar do jeito que está, somente vai ter “mais do mesmo”, ou seja, não vai a lugar algum, e se você me seguir, poderá conquistar o que conquistei (o autor é multimilionário), e muito mais.

Abrir uma brecha para a fé o pensamento positivo em uma mente cheia de pensamentos racionais? Não será fácil, mas se eu ficar rico, eu aviso vocês. Quem está comigo?
Um conselho: leia o livro “Os segredos da mente milionária”. Excelente livro.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

PEC 37/2011

Trabalho de pesquisa sobre a PEC 37/2011, apresentada ao Professor Mozart Rocha Gonçalves. Disciplina Direito Penal V - Leis extravagantes. Curso Direito, 7º Período, Instituto Catuaí de Ensino Superior - ICES. Cambé-PR.




A PEC 37/2011, é uma Proposta de Emenda Constitucional, expedida pelo Deputado Lourival Mendes da Fonseca Filho, que visa acrescentar o § 10 ao art. 144 da Constituição Federal, ao que enseja definir a competência para a investigação criminal somente para as policias federal e civis dos Estados e do Distrito Federal, e, por conseguinte, excluir o poder de investigação do Ministério Público, e outros órgãos que possuem poder de investigação.
Nas palavras do autor, as instituições que apoiam a PEC, são: a Ordem dos Advogados do Brasil, a Advocacia-Geral da União, a Defensoria Pública, a Policia Federal e as Policias Civis. E quem discorda é, somente, o Ministério Público. Ainda segundo Lourival Mendes, a OAB é autora da Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADIN nº. 4.220 – e que a mesma pretende esclarecer que a Constituição não concede poder de investigação ao Ministério Público. “Investigar é produzir provas, e quando não disponibilizada as duas partes, tem-se quebrada a paridade de armas, um dos princípios do devido processo legal”. E diz ainda: “se o MP, que somente tem a função de acusar, também obter o poder de produzir provas, obviamente irá produzir somente às provas que lhe convém para acusação. Já a policia deve ser imparcial”.
A PEC 37/2011 causou polêmica nos meios sociais por buscar a extinção do poder de investigação de diversos órgãos, mas, principalmente, do Ministério Público. Para um cidadão médio, é importante que o MP continue a investigar, pois foi o MP que conseguiu desarticular e combater, mediante suas investigações, quadrilhas de contrabando, o tráfico de drogas, a pedofilia, e um dos maiores casos de desvio de verba pública da história nacional, o “Mensalão”.
Por diversos meios de comunicação, principalmente na internet, percebeu-se um grande número de pessoas comentando e discutindo acerca da PEC 37/2011, inclusive, existem várias petições e abaixo-assinados contra a referida PEC, que por estas pessoas, é chamada por “PEC da Impunidade”. Nesse ponto de vista, elas defendem que a PEC atenta contra o regime democrático, a cidadania e o Estado de Direito, e que também pode impedir o poder de investigação, como já dito, do MP, e diversos órgãos também importantes, como a Receita Federal, a COAF (Conselho de Controles de Atividades Financeiras), o TCU (Tribunal de Contas da União), as CPI’s (Comissões Parlamentares de Inquéritos), entre outros.
O escritor, consultor e publicitário Jorge Maranhão, em sua coluna no site “Congresso em Foco”, com o titulo “PEC 37: poder de investigação é a arma da cidadania atuante”, disse “retirar o MP da etapa investigatória é retirar a substância da acusação. É preciso impedir a exclusividade da ação investigatória, pois nada do que é exclusivo, é bom para democracia”.
Na minha humilde opinião, eu concordo com Jorge Maranhão, e diversos outros autores, em defender que a PEC 37/2011, não vai ser boa para o Brasil. Sabe-se que apenas três países vedam o poder de investigação do Ministério Público, que são Quênia, Indonésia, e Uganda. E mesmo que fossem países de primeiro mundo, não poderíamos compará-los com o Brasil. Fazendo uma analogia a “Leviatã” de Hobbes, o homem é corrupto, e o brasileiro não é especial, não é diferente. Deixar o poder a apenas na mão de um órgão, ou sancionar o poder investigar e coibir o excesso de poder de outro, não vai levar o Brasil ao auge de uma “democracia”, e sim a decadência de uma “tirania”.

Bibliografia:
• PEC 37/2011 – Proposta de Emenda à Constituição: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=507965
• Diga não a PEC 37/2011 – Brasil contra a Impunidade: http://www.mp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=4889
• Congresso em Foco: PEC 37, poder de investigação é a arma da cidadania atuante: http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/pec-37-poder-de-investigacao-e-a-arma-da-cidadania-atuante/
• PEC da legalidade contra o Estado – Terror: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/pec-da-legalidade-contra-o-estado-terror/

Em resposta ao trabalho, o Professor Mozart expressou sua opinião enumerando alguns itens a serem esclarecidos:
1. O mensalão não foi desvendado pela simples ação do Ministério Público
2. Não há como comparar as prisões obtidas pelo Ministério Público com aquelas feitas pela polícia em relação aos crimes de pedofilia e tráfico de drogas. As últimas são muito superiores
3. Não se pode fixar como cláusula que toda pessoa é corrupta, e não é. Há desvios, e esses desvios devem ser duramente reprimidos.
4. Pode haver excesso em qualquer instituição, e não me refiro exclusivamente ao MP, quando concentra-se poder sem que haja uma contrapartida, qual seja, a fiscalização por outro órgão alheio. Imagine a mesma instituição colher provas e denunciar, poderia haver um direcionamento para que somente as provas acusatórias fossem juntadas aos autos. Isso não é democrático. O que deve ocorrer é a apuração imparcial dos fatos.
5. Lógico que todos defendem que os corruptos sejam presos. Estigmatizar a PEC 37 como PEC da corrupção é totalmente inviável. O MP jamais poderia tratar o assunto dessa maneira, ainda mais por se dizer uma instituição democrática. Deve-se primeiro ouvir os dois lados e posteriormente tomar uma posição.
6. Na minha opinião, não deveria haver briga entre instituições e sim uma regulamentação sobre quais crimes o MP poderia investigar, bem como um órgão para fiscaliza-lo. Só assim estar-se-ia desenvolvendo a verdadeira democracia.
7. E se realmente houver crimes cometidos, que sejam presos os corruptos, independentemente de quem investigou.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Gui s2 Hellen

Hoje acordei meio pensativo. Foi como um estalo que aparece de vez em quando, que agente não liga muito, mas que hoje parei para pensar. "E ai, será que o que tenho hoje, o que sou hoje, é o que imaginava ser com 22 anos, quando ainda tinha 15 anos ou menos?"
E a resposta foi SIM! Por todas as coisas que já passei nessa minha vida maluca, percebi que o que me trouxe até aqui, fez com que hoje eu seja feliz.
E a pessoa que é parte essencial na minha felicidade, é você.
No próximo dia 05 faremos 1 ano e 4 meses de namoro, e 1 ano e 5 meses que conheci a mulher mais perfeita do mundo. Poderia passar anos aqui descrevendo todas suas qualidades, e não teria como mensurar o quanto você é importante e especial para mim.
Meu aniversário está chegando, e o único presente que quero é poder estar com você um dia mais. E todos os dias eu peço um dia mais, para poder provar o quanto te amo, e agradeço aos céus por ter me permitido conhecer o verdadeiro amor.







Hellen Brandão, eu te amo demais. E muito mais. 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Questão de Fé




De uma vez por todas, entendão: Religião não tem nada a ver com moral. Calma, vou explicar. A religião é baseada em fé, um sentimento intrinsecamente subjetivo e individual. Ou você acredita, ou não. Uma vida social e moral, por sua vez, é o convívio com seres da mesma espécie  em que certa vez (de modo genérico e superficial) juntaram-se e inventaram regras para uma convivência pacifica. De certa forma, parece-nos que a primeira vista concordamos com essas leis que regem a vida em sociedade, com máximas do tipo "não faça a outro o que não quer que façam com você", entre outras. Como um parâmetro  temos o art. 5º da Constituição Federal de 1988, que prevê direitos e deveres iguais a todos, sem discriminação, de sexo, raça, religião, ou qualquer outra. 

Entende-se até então que o homem é um ser pensante. Instintivamente animal. Mas as vezes pensa. E esse homem necessita entender o que há por trás desse espectáculo  essa cena, essa peça de teatro, que é a vida. Não conseguindo meios cientifico  as vezes por não entende-los, as vezes por ignora-los, as vezes por comodismo, e esse homem não consegue crer que tudo que existe não surgiu do nada. Ele acredita que existe um causa maior. Algo ou alguém maior. E esse homem então forma a ideia de um ser superior, que vamos usar por exemplo, Deus. E esse homem, junto de outros que compartilham de suas ideias, e que, de alguma forma, um estalo, um dom, ou uma magica, eles conseguem escrever um livro de regras, que julgam ser morais e cultivar os bons costumes.

Pois bem. Até aqui sabemos que ao mesmo tempo que os homens criam leis para reger a vida em sociedade, eles criam religiões, para incentivar os bons costumes, baseadas em um ser maior, um ser imaginário, um ser sobrenatural, um ser metafisico. Veja bem. Algo metafisico é algo que não podemos usar os sentidos físicos para experimenta-lo, correto?! Ah, então quer dizer que eu não posso cobrar das pessoas que acreditem no que eu acredito, porque eu não posso provar para elas o que EU acredito?! Muito bem, parabéns!

A questão é que as pessoas confundem moral e ética, com crenças. 
Dizem que à uns dois mil anos, apareceu um tal Jesus, e disse ser filho de Deus. E que Jesus não escreveu nada. Os registos que há dele, é o que seu seguidores, ou discípulos  escreveram sobre ele. De tais registros, e também perto dessa época  escreveram um certo livro com valores religiosos, que vamos chamar de "bíblia".
Hoje é 21 de Fevereiro de 2013. Vê-se em qualquer site e jornais na televisão, homossexuais mortos por simplesmente serem homossexuais  As desculpas ou motivos? Que no grande livro de verdades morais e religiosas, estaria escrito que não pode existir relacionamentos homoafetivos. Que Deus criou o homem e a mulher... e a historia vocês sabem.
Ao mesmo tempo que acontecem os assassinatos, grupos dos direitos humanos e direitos de liberdade, discutem ao que para mim parece algo simples: a vida é muito mais importante do que uma frase que um suposto Deus, disse a um homem que escreveu em um livro a regra moral a dois mil anos atrás.
Conservadores dos bons costumes?! Hipócritas!
Os homens são falhos. Católicos  Evangélicos  Cardecistas, Umbandistas. É tudo questão de fé, e fé não se impõe, não se julga carácter baseado no metafisico, na crença de qualquer um.

Quantos ainda vão precisar morrer por crenças fúteis e sem fundamento? Pois então que voltem as cruzadas. Pelo menos não morrerão em nome de pastores com os bolsos cheios de dinheiro.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Discurso sobre a felicidade

 
Seja feliz! Simplesmente.
Seja e sempre esteja, feliz. Não deve existir à felicidade. O rico, o pobre, o branco, o negro, o gordo, o magro, a felicidade alcança a todos.
A questão é que as pessoas pensam que devem ter ou ser algo em material, algo no físico, para aí se tornarem-se felizes. Acredito que estão equivocadas quanto a ordem das coisas. Não que essa maneira não traga felicidade, mas este é o caminho mais dificultoso. A pessoa quer aquele carro, aquele emprego, e ela diz a si mesmo que precisa daquilo para ser feliz. Com muito perseverança e força de vontade, ela irá conseguir o que almeja a chance de desanimar, ou até desistir dos seus sonhos, é muito grande, pois quando não se caminha com a felicidade, a vida fica sem graça, meio morna, nublada, tediosa.
Aconselho-vos a serem felizes. Não precisa de motivo. Não precisa de algo sobrenatural, alem do alcance de nossas percepções. Você pode pedir ajuda ou agradecer a Deus, Alah, Buda, Zeus ou Odim, no final das contas, o que manda é o seu coração, não suas palavras. O que manda é o que você quer de verdade. E o importante é que seja feliz agora. Seja feliz para conquistar o que quer. A qualquer momento, pode aparecer o emprego dos sonhos, o carro do ano, a casa própria e tudo mais. o Dinheiro vem e vai o tempo todo. A diferença é você ter ou não ter o que quer, é você sentir-se feliz, porque sabe, que pode conseguir o que aquilo que quer.
E se ainda está pensando em um motivo para ser feliz, seja feliz por estar vivo. Acordar, correr atrás do ônibus, ganhar na loteria, levar bronca do chefe gente boa, estourar o cartão de crédito, tomar sorvete no domingo a tarde, ter que trocar o pneu no meio da estrada... enfim, tudo que a vida lhe apresentar, seja feliz pro estar aqui, e poder participar dessa aventura que é viver.
Encerro apresentado-lhes um poema do magnífico ator, escritor, poeta, Charles Chaplin

"A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas",
embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher..."

"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos..."

segunda-feira, 12 de março de 2012

Meu Amor

Meu amor,
Com você me sinto o melhor que posso ser,
Sou a sua felicidade,
O seu sorriso mais lindo,
Que inspira o olhar apaixonante,
Meio tímido e meio sem jeito,
Que você me deixa quando me pega de surpresa.

É no abraço apertado que quero você,
O seu beijo mais doce que me faz viajar,
E ir te buscar em todos os cantos desse mundo,
E do mundo dos meus sonhos,
E realizar todos com você.

Ah namorada mais linda do mundo,
Tão perfeita que seria impossivel bancar o modesto ao seu lado.
Agradeço todas as noites por te encontrado,
O meu anjo que cuida de mim,
Que me faz o homem mais feliz.

Hellen, eu te amo,
Meu amor (LL'

domingo, 8 de janeiro de 2012

O amor é?

O amor é pirata desorientado,
Desastrado, perdido em alto amar,
O que faz é apenas sonhar,
Enquanto se vê naufragado.

O amor é veneno vencido,
Se afoga na imaginação,
E se prende na solidão,
Sem nem a certeza de ter perdido.

O amor é tempestade de verão,
Arco-íris tarde ou cedo,
Sempre temos medo,
Esperar em vão.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

A fonte de incredulidade


No princípio o homem acredita que tudo era dádiva ou castigos de um poder superior. A chuva, a seca, a fome, a boa colheita, tudo vinha dos céus. Até que uma corrente filosófica começou a estudar a natureza, e seus fenômenos. Logo descobriram que tudo se desencadeava de maneira simples e lógica, não precisando nenhum poder sobrenatural.
Essa corrente de pensamento, quecomeçou na Grécia por volta do século V A.C., estudava a essência de todas as coisas, a ligação homem - natureza.
Naquela época e região, o povo era politeista, acreditavam em vários Deuses, como a mitologia grega e nódica nos ensina. Mas por volta do século IV D.C., junto com a queda do Império Romano, foi instaurada a Igreja Católica, que fundamentava seus dogmas em relatos feitos por pessoas que conheciam e as vezes conviveram, com um certo messias, Jesus Cristo.
Embora, e evidentemente, eu não possa provar, acredito em uma teoria que para mim é a mais razoavel em torno da história de Cristo e o livro sagrado Católico: são contos fantásticos.
Mantenham a calma senhores fanáticos, religiosos e conservadores dos bons costumes. Não estou dizendo que isso não existiu. Não estou dizendo que Cristo não era tão superior quanto ele foi. Mas temos que concordar em três pontos - e se eu estiver errado, gostaria de pedir que me explicassem o porque, mas claro, partindo da lógica, não do "achismo", tudo bem? - e são eles:

1) Vivemos em um mundo real: A física e suas leis regem a vida terrena. Leis de Newton, da gravidade, por exemplo. Pois bem, naquela época, não tinham todo esse conhecimento sobre a física, logo, precisam fantasiar sobre um, como diria Nietzsche, o "Übermach", um ser, ainda humano, mais superior aos demais, um virtuoso.

2) Os povos eram politeistas: A uma pessoa que acredita que raios são a fúria de um Deus, e a boa colheita é um presente do Céu, esperar que algo lógico saia de sua mente é pedir demais, não é?! E agora, pensemos: de que maneira se pode instruir um povo leigo, para ter o controle deles e de suas terras? Contamos à eles a verdade sobre os estudos físicos, filósoficos, politicos e ciêntificos, ou, criamos uma história em que um super-homem nasce e renasce, anda sobre as aguas, multiplica pães e cura doentes? E que, esse mesmo homem diz ser filho de um único Deus, que devemos seguir ordens, porque, apesar de ele ser extremamente paz e amor, sua ira e amão da justiça pesará contra os incrédulos e infiéis...?

3) Massa de manobra: Era o fim do Império Romano; o país em guerra, fome e carnificina. Era extremamente viavel que os paises se pacificarem. Mas precisariam de um bom plano. Então o estágiario diz:
- Senhor, que tal pegarmos aquele homem com toda sua alma filantrópica e de bom coração, e fazermos dele um super-homem?

Assim nasce o Cristianismo e a Igreja Católica. O Império Romano ruiu. A invasão Barbara. Divisão das terras em feudos. E assim começou a Idade Média, também conhecida como a "Era das Trevas". É assim chamado os mil anos em que a Igreja Católica constituiu poder maior que os homens, e maior que o Estado. Você deve estar se perguntando o porque de "Era das Trevas", não está?! Não é contraditório uma religião basea em Cristo, um homem até então bondoso e cheio de amor para com o próximo, ter tão má reputação de uma hora para outra?
Acontece que a Igreja Católica estabeleceu um "poder monarquista", bem parecido com o do rei,só que divino. Ela elaborava e aplicava as leis. E quem fosse contra a Igreja, ou blasfemasse, ou pensasse por si só em filosofia e ciência, eram cassados, assim como Copérnico e Galileu; e as vezes até quiemados em fogueiras em praça publica, assim como as "bruxas".
- "O tilintar de uma moeda no fundo da caixa, libera uma alma do purgatório". - Essa frase foi dita por um bispo, no filme "Lutero", o precurssor da Reforma Protestante. Embora tratar-se de ficção, ilustra bem minha opinião sobre o que acontecia na época, e claro, baseado nos livros dos que viveram lá.
A Igreja Evangélica começou com Lutero, em meados do século XV D.C.. Ela, baseando no Evangelho de Cristo, o inicio do Catoliscismo, a base do Cristianismo, funda uma religião que tras de volta a paz e o amor proferidos por Cristo. Nesse mesmo tempo a filosofia voltava à ser o centro das atenções: agora ela se ocupava não mais com a essência da natureza, mas com a do homem e Deus.
Assim a sociedade foi se dividindo entre católicos, protestantes e ciencistas, filósofos ou céticos. Sobre a sociedade de hoje, vou deixar para o próximo post.
O que me fez escrever esse texto, foi a idéia de que como o homem muda, e como muda o mundo. Como as instituições nascem boas, e como o homem as corrompeem. Estou disposto a crer em o "lobo do homem", de Hobbes. O homem é egoísta por natureza.
Agora queria deixar alguns pensamentos no ar: primeiro, eu não sou dono da verdade, nem quero tal responsabilidade. O que quiz fazer nesse texto é mostrar que precisamos pensar por nós mesmos. Se você tem uma dúvida, seja sobre religião, ciência, poítica, entra outras, não pergue para quem sabe, ou acha que sabe... Prefira aprender sozinho, vá atrás, estude, pesquize,chegue a sua própria conclusão, e depois, aí sim, discutir com amigos e professores é importante e necessário.
O segunto ponto que eu queria deixar claro aqui, é que minha intenção não é te levar a acreditar no que acreditoe muito menos fazer você deixar de acreditar no que você acredita. A culpa de você não se interessar pelos estudos não é totalmente sua. Foi a sociedade, o meio que o fez assim. Para a política é interessante manter o povo sem conhecimento, para assim ser mais facil de manipulá-lo.
Terceiro ponto: eu não sou católico e não sou evangélico, caso pensem que estou favorecendo uma Igreja e discrimando outra. Sobre a Igreja Protestante e seus dizimos absurdos cobrados para queimar cartas na "fogueira santa"; onde os pastores ficam cada vez mais ricos e os fiéis cada vez mais pobres, pretendo discutir sobre isso em um proximo post, este já deu uma idéia do que quero dizer com "pense por si mesmo".
Portanto, uma dica: estude!

domingo, 23 de outubro de 2011

A pessoalidade da vontade


O homem certamente é induzido pelo meio. Isso é uma verdade. Mas até que ponto ele é responsável pelos seus atos?
Existem correntes de pensamentos diversos sobre o assunto. De um lado pensam que o homem, quando age de acordo com a sua subjetividade, na verdade, ele age de modo pré determinado, induzido, alguns dizem ainda que coagido, pelo meio, pela sociedade. O homem então não tem vontade, ele simplesmente executa condutas pré-determiandas pelo meio.
De outro lado, outra corrente diz que existe sim influência do meio sob o ohomem, mas essa não é uma determinante na conduta humana, pois que a escolha de executa-lá é exclusiva do agente, onde este tem vontade e discernimento para tal.
Supondo no primeiro caso, que o homem é coagido pelo meio, eliminaria a intençao da conduta, assim dexaindo de existir o crime baseado em dolo, baseado na intenção do resultado.
Mas não acho que é isso que acontece. O homem tem sim escolha e discernimento para executar suas ações. Exceto em casos de deformidade mental, o homem tem conhecimento de seus atos e do que lhe é permitido e proibido, tanto moral quanto penalmente.
E não precisamos nos prender a matéria penal para discutir sobre conduta. Uma simples ação como entregar uma flor à namorada, por exemplo. Você executa a ação pois isso a deixaria feliz. De certo modo, o meio te influenciou a faze-lo, já que isso é tão com em filmes e romances. Mas o meio não pode coagi-lo a executar a ação, você só entrega flores a sua namorada se você quizer, não a obrigação nenhuma.
Portanto, o mérito ou culpa da conduta humana é toda e exclusiva do agente, do homem.

domingo, 2 de outubro de 2011

Carpe Diem


Aprender a viver, pois algumas pessoas apenas existem.
Máximas assim expressam muito de nossa vontade, mas não toda ela.
Como um verso de Clarice Lispector: "Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão".

Momentos ruins acontecem para nos fazer lembrar dos momentos bons, enquanto os bons acontecem para nos fazer esquecer dos ruins. E esse ciclo vicioso perdura por todo a vida.
É facil falar. Dificil fazer. Viver cada dia como se não ouvesse amanhã.
Temos problemas. Vivemos neles. Vivemos deles.
A questão não é ver um copo meio cheio ou meio vazio, a questão é como enxê-lo ou esvaziá-lo, porque não é para sempre que estará ali.
Mudanças e mais mudanças. Atitudes heróicas e outras muito covardes.
Tragédia e comédia competem no mesmo palco em que o Sol e a Lua desfila seus raios refletidos na gravidade.

Jovem cavaleiro, que por onde brandir o veneno de sua espada, possa ficar os destroços de um dia ruim. O Leviatã que te faz pensar em noites passageiras, que possa ser seu guia nos atos de coragem. E que Deus ilumine sua alma quando não mais resistir a saudade.

Esperança para que dias melhores virão.
Razão para saber discenir o erros dos acertos.
Emoção para saber colocar os olhos nos olhos, segurar a mãos leves de uma dama e faze-la sorrir.
Saudade para os melhores momentos de nossas vidas.
Vontade para faze-los acontecer novamente.
Inspiração para não faze-los de forma igual, e...
Destino, para saber que sempre seria assim.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Vivendo para sempre


Os dois debruçados sob a janela, do segundo andar, de um hotel em plena madrugada de sábado:
- Sabe como é imaginar sua vida...- ela reflete indagando-se.
- Viver imaginando a vida? - ele responde.
- Quando imaginava minha vida, colocava cada ponto, cada detalhe, de como queria que fosse.
- E cada vez que se enchia de alegria...
- Vivia aquele momento como se fosse o agora.
- E agora acha que está vivendo aquele momento?
- Com toda certeza.
- Sonhava em enfeitar a Lua em uma madrugada de hotel?
- A Lua enfeitava meus olhos. As janelas de madeira, o abajur envelhecido, e vinho barato... Cada detalhe que faz desta noite a mais feliz de...
- Nossas vidas.
- Poderia viver esse momento para sempre.
- Quem disse que precisa acabar?
- Quando a luz do Sol iluminar a cabiceira da cama...
- Eu estarei feixando a janela no instante em que os raios de Sol pensarem em entrar.
- Viver para sempre...
- Em um quarto de hotel...
- Com lençois cor de vinho...
- Enquanto o Sol e a Lua dividem espaço...
- No quadrado mágico...
- Em que hoje te abraço forte...
- Comparando seus olhos com luar...
- Vivendo esse momento, para sempre.